Diário do Escritor - 2014

17:25 Lauana Buana Fidêncio 0 Comments



Acho que acabo de identificar o meu agravo para com a vida... estou preso de transcendências... nas fendas dos azulejos vejo epopeias elaboradíssimas, na ladainha das ruas a complexa matemática do som do universo. Estou preso de transcendências enquanto faço o café ou espero a chuva...

Acho que sou do tipo que nunca vai entender porque afinal existem filas... filas são absurdamente antitranscendentes. 





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