Le vent souffle fort aujourd’hui

18:08 Lauana Buana Fidêncio 1 Comments



Um urrar de unhas no mármore
Não soa o mínimo de teus sussurros

De onde tanta lepra
De quando tanta farpa?

Um pé ante pé
Não garante caminho
Nem descaminhos têm pés...

Mas, de onde?
De onde absurdam
Tantas imensidades...

O onde onde fica
Que não se acha
Nem ao menos se esconde?

"Desgraça", é o que gritariam
Minhas revoltas au tour de...

Perdition sem lamento
Que ouça as voltas:
elo após elo, o silêncio...

E a dor emplumando
Nossos Aços fraturados
Em cumulos nimbus.

1 comentários:

Velharia disse...

Olha bem mais fundo do que fala, vê a vida bem mais pela literutura, fico feliz todo dia em ti ver escrever. Que bom.